Dreams are renewable. No matter what our age or condition, there are still untapped possibilities within us and new beauty waiting to be born.

-Dale Turner-

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014


Eu sou a louca. Eu sou aquela que ninguém quer olhar na cara, eu sou a estranha, eu sou a antipática, sou aquela que tem gostos diferentes dos outros, eu sou a esquisita aos olhos do ser humano. Sou aquela que fala com milhares de pessoas, mas não consegue se achegar a nenhuma delas. Sou aquela que está em vários grupos, mas não consigo me encaixar em nenhum deles.
Eu sou o preto. Sou a cor que ninguém simpatiza, sou a cor que a luz absorve e deixa quente no verão, sou a cor que representa que nada que é bom e simpático me representa. Sou a cor indesejada, sou a cor que deixa a roupa "pesada", sou a diferença, sou a cor que é escolhida por último, sou a cor menos favorita dos outros.
Eu sou o rock. Sou a revolta, a indignada, sou a indesejada, sou a música que as pessoas mais tem preconceito, sou o estilo de som que não se toca em festas, sou a não animada, eu sou o hardcore, o metalcore, o grunge, o heavy e até mesmo o altenativo.
Eu sou o inverno. Sou o frio, a preguiça, o café com leite quente, a chuva forte, o livro aberto, a tv falando para as paredes e sou a sensação gostosa de se ficar enrolada ao cobertor lendo Os Lusíadas.
Eu sou.
A menos querida.
A mais esquisita.
Se não faço questão de mudar por mim, por que mudaria por você então?

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